Aaahhh... quanto tempo, hein?
Mas ninguém sente falta mesmo, então lá vou eu mais uma vez escrever mais para mim mesma do que para alguém ler... O que é perfeito para a "introdução" do assunto deste post.
Eu tenho uma porção de posts "meio escritos" aqui, salvos para quando eu tenha tempo (e ânimo) para terminar de escrevê-los. Eu sei que eu prometi contar-lhes sobre toda a saga de chegar e permanecer aqui, mas isso inclui uma parte significativa destes assuntos...mmmm...bisonhos, digamos, que eu não quero abordar.
Ontem estava eu na cozinha, uns muffins de bacon no forno e, entre lavar uma peça de louça e outra, eu fui dar uma espiada no jardim, já que era dia de chuva (adoro!). E foi então que eu a notei: uma aranhinha muito atarefada, andando de um lado para o outro, para cima e para baixo - estava tecendo sua teia.
Foi então que eu pensei; por achar que vocês não queiram saber dessas coisas cinza*, eu decidi mudar de assunto. Vou falar da aranha. Não, eu não vou fazer uma reflexão super artística e dramática sobre a vida do pobre aracnídeo, não farei um discurso Wicca sobre o poder da Mamis Nature e tentarei reprimir o meu lado nerd ao máximo evitando explicar o quanto é mega legal que as aranhas não sejam consideradas insetos e tenham sua própria classe dentro do filo... oops. =B
O que eu queria compartilhar mesmo é um pensamento recorrente que eu ando tendo, bem simples: os melhores e mais bonitos momentos da vida da gente, a gente vive sozinho.
Prá exemplificar, voltemos à aranha. Quantas pessoas, além de mim, terão a oportunidade de ver aquela aranha tecendo uma teia? Quantas pessoas terão a oportunidade de estar no lugar certo, na hora certa, para ver qualquer aranha tecer qualquer teia?
Eu não acho que os momentos que resultaram nessa mudança na minha vida teriam tido o mesmo sentido ou o mesmo valor se eu os tivesse compartilhado. E nem acredito que os poucos detalhes que eu compartilhei (e não achem que eu não teria compartilhado mais se pudesse - nunca fiz disso segredo algum) teriam tido o mesmo sabor se fossem só meus.
Isso me fez ver o quanto essa condição de solitude (Wikipédia-dia-dia-dia!) me faz ter uma visão única do ambiente que me cerca - e o quanto eu posso fazer disso algo muito proveitoso.
Otimista, eu? Quem diria, huh?
Há quem acredite em coincidência, mas eu não acredito que qualquer coisa seja por acaso. Se é dito que "a Mãe Natureza é sábia" e "a vida é uma caixinha de surpresas" e "nada é por acaso", eu faço um mix de tudo e digo que "a Mãe Natureza é uma caixinha por acaso". =P
Brincadeiras e clichês à parte, eu acredito que tudo tenha um sentido, um destino, uma razão. Já que toda matéria não se cria - se transforma, a energia obtida daquele momento transmutou-se neste texto. E em uma memória. E em uma lição.
E eu espero que não se transforme novamente - se multiplique.
Ouviram, crianças? =P
Eu quero encerrar esse texto muito profundo com meu singelo apelo para qualquer boa alma que esteja lendo este texto: EU QUERO REQUEIJÃO! - Meu endereço seguirá inbox/por email/por telefone/por pombo correio para qualquer anjo que queira atender ao meu pedido!
The Korgis - Everybody's Got to Learn Sometime**
*aliás, vocês querem saber de qualquer coisa que eu escrevo aqui?
**alguém sabe que isso é um link prá uma música tão cafona quanto eu?
HUhauhauahuaauhauaa me explica como faz q eu te mando requeijão xD
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